sábado, 9 de fevereiro de 2019
Quem são os 10 garotos mortos e os 3 feridos no incêndio no CT do Flamengo
Todos são atletas da base do clube e têm entre 14 e 16 anos. Incêndio em alojamento ocorreu na madrugada, quando jovens dormiam. O incêndio no Centro de Treinamento do Flamengo, no Rio de Janeiro, ocorrido na madrugada desta sexta-feira (8/2), deixou 10 mortos. O local, que é conhecido como Ninho do Urubu, contém uma série de irregularidades. Entre elas, a ausência de certificado contra incêndios e o fato de o dormitório ter sido construído no local onde era para ser o estacionamento.
As suspeitas sobre a origem do fogo, até o momento, apontam para um curto-circuito no
ar-condicionado instalado no local.
Todos os dez garotos mortos na tragédia foram identificados. Eles eram adolescentes, com idades
entre 14 e 15 anos. Veja quem são os meninos identificados que já tiveram os nomes divulgados:
Christian Esmério, de 15 anos, era goleiro das categorias de base do Flamengo. Ele era uma das maiores promessas desta geração para a Seleção Brasileira. O goleiro adolescente chegou a ser convocado para a seleção diversas vezes em sua categoria, a Sub-20, e já estava sendo cobiçado por clubes do exterior. Em sua conta no Twitter, ele chegou a postar fotos dos treinos com a seleção na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).
ar-condicionado instalado no local.
Todos os dez garotos mortos na tragédia foram identificados. Eles eram adolescentes, com idades
entre 14 e 15 anos. Veja quem são os meninos identificados que já tiveram os nomes divulgados:
Christian Esmério, de 15 anos, era goleiro das categorias de base do Flamengo. Ele era uma das maiores promessas desta geração para a Seleção Brasileira. O goleiro adolescente chegou a ser convocado para a seleção diversas vezes em sua categoria, a Sub-20, e já estava sendo cobiçado por clubes do exterior. Em sua conta no Twitter, ele chegou a postar fotos dos treinos com a seleção na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).
Arthur Vinicius, de 15 anos, jogava nas categorias de base da equipe. Ele faria 15 anos neste sábado (9/2) e queria comemorar seu aniversário em casa, com a família. O adolescente era de Volta Redonda e morava com a mãe e a tia no bairro Volta Grande. No Flamengo, atuava como zagueiro há três anos. Sobrinho do meia Andinho, que jogou pelo Volta Redonda, o adolescente, no ano passado, foi convocado para a Seleção Brasileira Sub-15.
Pablo Henrique da Silva Matos, de 14 anos, era primo do zagueiro Werley, do Vasco. No Flamengo, atuava como zagueiro na categoria de base. Ele era natural de Oliveira, no centro-oeste de Minas. Em nota, a Câmara Municipal de Oliveira lamentou a morte de Pablo Henrique: “O adolescente era mais uma promessa do futebol oliveirense, mas infelizmente teve sua trajetória interrompida na manhã desta sexta-feira”.
Vitor Isaías, 15 anos, nasceu em Florianópolis. Na categoria de base rubro-negra desde agosto do ano passado, o jovem começou como atleta no futsal da Associação dos Pais e Atletas de Futsal (APAFF), de Florianópolis. Em 2014, foi campeão e artilheiro da Copa Catarinense Sub-11.
Bernardo Pisetta, 14 anos, nasceu em Indaial, no Vale do Itajaí. Bernardo era goleiro e estreou na base do Flamengo em agosto de 2018. Antes do time carioca, o adolescente também jogou no Athletico-PR e em diversas equipes de futsal do Vale do Itajaí.
Athila Paixão, 15 anos, natural de Lagarto (SE). O garoto era atacante e começou treinando na escolinha Geração Futuro, na cidade de Lagarto. Ele viajou ao Rio de Janeiro para fazer testes no Flamengo no dia 28 de março de 2018. No dia 9 de abril, ele recebeu a notícia de que foi aprovado nos testes e ficou no clube carioca.
Jorge Eduardo era natural de Além Paraíba (MG) e vestia a camisa 5. O adolescente, que atuava como volante, começou a jogar futebol aos 7 anos, no Democrata de Além Paraíba, projeto mantido pela Associação de Pais e Amigos do clube. Ele chegou em 2016, aos 12 anos, às categorias de base do Flamengo. Era um dos líderes e capitão da equipe campeã carioca Sub-15 em 2018. Neste ano, começaria na categoria Sub-16.
Samuel Thomas Rosa era lateral-direito do Flamengo e, atuando nessa posição, foi campeão carioca Sub-15 com a equipe em 2018. Sua família era natural de São João de Meriti, na região metropolitana do Rio de Janeiro.
Confira imagens da tragédia que destruiu uma parte do alojamento:

Pablo Henrique da Silva Matos, de 14 anos, era primo do zagueiro Werley, do Vasco. No Flamengo, atuava como zagueiro na categoria de base. Ele era natural de Oliveira, no centro-oeste de Minas. Em nota, a Câmara Municipal de Oliveira lamentou a morte de Pablo Henrique: “O adolescente era mais uma promessa do futebol oliveirense, mas infelizmente teve sua trajetória interrompida na manhã desta sexta-feira”.
Vitor Isaías, 15 anos, nasceu em Florianópolis. Na categoria de base rubro-negra desde agosto do ano passado, o jovem começou como atleta no futsal da Associação dos Pais e Atletas de Futsal (APAFF), de Florianópolis. Em 2014, foi campeão e artilheiro da Copa Catarinense Sub-11.
Bernardo Pisetta, 14 anos, nasceu em Indaial, no Vale do Itajaí. Bernardo era goleiro e estreou na base do Flamengo em agosto de 2018. Antes do time carioca, o adolescente também jogou no Athletico-PR e em diversas equipes de futsal do Vale do Itajaí.
Athila Paixão, 15 anos, natural de Lagarto (SE). O garoto era atacante e começou treinando na escolinha Geração Futuro, na cidade de Lagarto. Ele viajou ao Rio de Janeiro para fazer testes no Flamengo no dia 28 de março de 2018. No dia 9 de abril, ele recebeu a notícia de que foi aprovado nos testes e ficou no clube carioca.
Jorge Eduardo era natural de Além Paraíba (MG) e vestia a camisa 5. O adolescente, que atuava como volante, começou a jogar futebol aos 7 anos, no Democrata de Além Paraíba, projeto mantido pela Associação de Pais e Amigos do clube. Ele chegou em 2016, aos 12 anos, às categorias de base do Flamengo. Era um dos líderes e capitão da equipe campeã carioca Sub-15 em 2018. Neste ano, começaria na categoria Sub-16.
Samuel Thomas Rosa era lateral-direito do Flamengo e, atuando nessa posição, foi campeão carioca Sub-15 com a equipe em 2018. Sua família era natural de São João de Meriti, na região metropolitana do Rio de Janeiro.
Gedson Santos, de 14 anos, nasceu na cidade de Itararé, no interior de São Paulo. Ele começou jogando nas categorias de base do Athlético Paranaense, onde ficou até o ano passado. Em 2017, foi campeão da Taça Curitiba na categoria sub-15.
Rykelmo de Souza Viana tinha 16 anos e era natural de Limeira, cidade no interior de São Paulo. Ele jogou pelo time de sua cidade-natal, o Limeira Futebol Clube e destacou-se no Campeonato Paulista antes de chegar ao Flamengo. Foi campeão estadual sub-16 em 2018.
Feridos
Além dos 10 mortos, ao menos três garotos ficaram feridos com o incêndio que destruiu parte do CT do Flamengo. Todos eles tinham, assim como os garotos que morreram, entre 14 e 15 anos.
Cauan Emanuel Gomes Nunes, de 14 anos (foto abaixo) teve 40% do corpo queimado com as chamas. Francisco Diogo Bento Alves, de 15 anos, também sofreu queimaduras. Jhonatan Cruz Ventura, com a mesma idade, está internado em estado grave.
Tragédia
O fogo que destruiu o CT do Flamengo e tirou a vida de 10 pessoas começou na madrugada desta sexta-feira (8), por volta das 5h. O local foi completamente consumido pelo fogo. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o incêndio foi controlado por volta das 7h30.
O fogo que destruiu o CT do Flamengo e tirou a vida de 10 pessoas começou na madrugada desta sexta-feira (8), por volta das 5h. O local foi completamente consumido pelo fogo. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o incêndio foi controlado por volta das 7h30.
“A gente tem o local, que é o alojamento, onde os jogadores da base do Flamengo dormiam. A identificação das vítimas é feita posteriormente pela Polícia Civil”, disse o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Douglas Henaut, em entrevista à TV Globo.
Repercussão
A tragédia do Flamengo gerou repercussão entre outras equipes de futebol, no meio político e entre artistas. Corinthians, Fluminense, Vasco, entre outros, se manifestaram a respeito do tema.
A tragédia do Flamengo gerou repercussão entre outras equipes de futebol, no meio político e entre artistas. Corinthians, Fluminense, Vasco, entre outros, se manifestaram a respeito do tema.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) também fizeram publicações se solidarizando com as famílias dos jovens atletas mortos no desastre.
Entre os famosos, tanto Preta Gil quanto Neymar usaram as redes sociais para expressar seus sentimentos.
Veja o vídeo que mostra o momento do incêndio:
O Clube de Regatas do Flamengo ainda não se pronunciou de forma oficial, mas parte da diretoria do time se encontra no local da tragédia para acompanhar o caso. Nas redes sociais, a equipe se manifestou e disse estar de luto.
Confira imagens da tragédia que destruiu uma parte do alojamento:
Todos os 10 garotos mortos em incêndio no CT foram identificados.
Veja...


5/9
O Centro de Treinamento ficou destruído após o incêndioREGINALDO PIMENTA/RAW IMAGE/ESTADÃO CONTEÚDO

6/9
Familiares e pessoas próximas aos jogadores aguardavam informações sobre elesFábio Motta/Estadão Conteúdo

7/9
O Centro de Treinamento ficou destruído após o incêndio Fábio Motta/Estadão Conteúdo

8/9
Bombeiros e policiais atuaram no controle do fogo e investigação das causasThiago Ribeiro/Estadão Conteúdo

9/9
Homenagens às vítimas do fogo Dhavid Normando/Futura Press/Estadão Conteúdo

1/9

2/9
Cenas de destruição puderam ser vistas do alto Reproduçāo TV Globo

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O Centro de Treinamento ficou destruído após o incêndio Reproduçāo TV Globo

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O Centro de Treinamento ficou destruído após o incêndioREGINALDO PIMENTA/RAW IMAGE/ESTADÃO CONTEÚDO

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O Centro de Treinamento ficou destruído após o incêndioREGINALDO PIMENTA/RAW IMAGE/ESTADÃO CONTEÚDO

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Familiares e pessoas próximas aos jogadores aguardavam informações sobre elesFábio Motta/Estadão Conteúdo

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O Centro de Treinamento ficou destruído após o incêndio Fábio Motta/Estadão Conteúdo

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Bombeiros e policiais atuaram no controle do fogo e investigação das causasThiago Ribeiro/Estadão Conteúdo

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Homenagens às vítimas do fogo Dhavid Normando/Futura Press/Estadão Conteúdo

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O Centro de Treinamento ficou destruído após o incêndio Reproduçāo TV Globo

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Cenas de destruição puderam ser vistas do alto Reproduçāo TV Globo

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O Centro de Treinamento ficou destruído após o incêndio Reproduçāo TV Globo

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O Centro de Treinamento ficou destruído após o incêndioREGINALDO PIMENTA/RAW IMAGE/ESTADÃO CONTEÚDO

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O Centro de Treinamento ficou destruído após o incêndioREGINALDO PIMENTA/RAW IMAGE/ESTADÃO CONTEÚDO
Pessoal será que alguém aí saberia me explicar oque isso significa?
Oque devo fazer???
Alguém me ajuda por favor!!!
Alguém me ajuda por favor!!!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
Curitibana pede socorro pra
doença rara e sentencia: Cansei
de ser fatiada
Da cintura para cima, um corpo esbelto. Bastou mudar um pouco o ângulo da câmera, no entanto, para que o vídeo revelasse a doença que transformou a vida da curitibana Kaah Rodini, 28, numa maratona exaustiva de exames, consultas e cirurgias invasivas. Tudo isso sem nenhum resultado.
Gravado pela própria moça, o material foi publicado em sua página do Facebook no dia 20 de janeiro e, em menos de uma semana, já foi assistido por mais de 6 milhões de pessoas (assista abaixo). “Teve gente que comentou que era mentira. Que aquilo era silicone mal feito e até que eu tinha comprado carne no açougue e colado na minha perna pra enganar as pessoas”, revelou a jovem à reportagem da Tribuna do Paraná. Portadora de neurofibromatose, doença genética sem cura, semelhante à “elefantíase”, Karina encontrou nas redes sociais o último recurso para buscar a ajuda de que precisa para pagar os 10 procedimentos cirúrgicos necessários para resolver parte do seu problema.
“Cansei de ser fatiada”. O desabafo feito na mesma sala onde Karina gravou o viral que a tornou conhecida nas redes sociais deixa clara a indignação da moça diante da sua situação. Não é para menos. Aos 28 anos Karina já passou por 12 procedimentos cirúrgicos reparadores que em nada resolveram seu problema, já que, depois de cada operação, os tumores voltaram a crescer dentro de poucos meses. Localizados nas laterais das pernas, os abcessos típicos entre portadores da doença – têm quase o dobro do tamanho de seus membros, provocando não apenas dificuldade de locomoção como também dores terríveis por conta da compressão lombar decorrente do peso dos tumores.
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Subir escadas, ladeiras e até mesmo passar a catraca do ônibus. Enquanto para a maioria das pessoas essas atividades são automáticas, para Karina representam verdadeiros desafios. Moradora do bairro Santa Cândida, em Curitiba, ela usa o transporte coletivo para comparecer semanalmente às inúmeras consultas e exames necessários para controlar a doença. A maioria deles, no Hospital das Clínicas (HC), no Centro da cidade. “Subo pela porta lateral do coletivo faz um ano mais ou menos. Isso porque os tumores cresceram tanto que ficou impossível passar a roleta. Sem falar no cansaço que sinto ao caminhar ou me locomover”, diz. Acostumada à anatomia que seu corpo tomou ao longo dos anos, Karina conta que nem sempre foi assim. “Tive uma infância normal até os 10 anos de idade. Naquela época eu só tinha algumas manchinhas pelo corpo e, mesmo com o diagnóstico de neurofibromatoseconfirmado, o médico disse que aquilo não me traria problemas”, revela.
Ao completar 11 anos, entretanto, a situação de Karina mudou. “As manchas começaram a crescer e virarem tumores que ficavam cada vez maiores a cada mês. Fiz exames e descobri que, além dos abcessos nas pernas eu também estava com um tumor de quase 9 quilos nos ovários”, lembra a jovem, recordando-se do medo que sentiu na primeira cirurgia para retirar o nódulo interno. “Eu não queria que aquilo estivesse acontecendo comigo. Não entendia o porquê daquele sofrimento”, conta. No decorrer da adolescência, outros eventos traumáticos também marcariam a vida de Karina. “Sofri bullying, perdi amigos, perdi empregos. Nunca usei shorts e sempre escondi meu corpo. Com o tempo me acostumei com as pessoas olhando, mas os apelidos pejorativos que recebi na escola me machucam até hoje quando me lembro”, afirma.
Ao longo da adolescência, as intervenções cirúrgicas praticamente viraram rotina. Receitadas pelos médicos, as cirurgias reparadoras, no entanto, não passavam de medidas paulatinas para o problema. “Os próprios médicos dizem que não há muito o que fazer e que as cirurgias são indicadas para alívio das dores e da coluna. A retirada dos tumores ajuda muito e nos últimos anos nem me lembro de quantos retirei. Porém eles voltam a crescer”, lamenta. Recorrendo ao Sistema Único de Saúde (SUS) para os procedimentos que podem melhorar sua qualidade de vida, Karina é, em média, operada a cada dois anos. “Esse é o problema. Demora muito entre uma cirurgia e outra e, nesse tempo, os abcessos crescem de novo”. Mesmo sabendo que a doença não tem cura, Karina não perde a esperança. “A doença não tem cura, mas existem tratamentos que a fazem ‘estacionar’”, conta. Sem médicos especialistas na área em Curitiba, ela recorreu à internet. “Descobri casos fora do Brasil no qual, além das operações, os médicos conseguiram frear a evolução da doença nos pacientes. Isso me deu esperança pois mostrou que, mesmo sem cura, posso ter uma vida normal a partir desses tratamentos”, afirma.
Mas o grande sonho de Karina é que as pessoas se conscientizem em relação ao problema, para acabar com o preconceito. Para fazer o tratamento, que é caríssimo, ela lançou uma campanha de arrecadação de fundos num site de crowdfunding (vaquinha virtual). Você pode ajudar clicando aqui.
Socorro
Recorrendo ao Sistema Único de Saúde (SUS) também para as consultas necessárias para o controle dos tumores, a jovem tem um gasto anual de R$ 7 mil com exames específicos, além dos medicamentos fortes que toma diariamente para a dor. “A maioria dos exames eu faço pelo SUS. Porém alguns o sistema não cobre e eu preciso desembolsar”, revela. Encarando-se como uma verdadeira “bomba-relógio”, Karina descobriu um dermatologista especialista em Minas Gerais, que pode ajudá-la a chegar um pouco mais perto da qualidade de vida que almeja. “Entrei em contato com ele e já tenho indicação para a primeira de uma série de 10 cirurgias massivas para a retirada dos tumores. Esse médico é uma das referências no país e a partir dele eu poderei ser encaminhada aos tratamentos adequados”, conta. Com a confirmação do agendamento, Karina viaja para Minas Gerais no dia 28 de Fevereiro, quando deverá ser encaminhada para a primeira operação.
Para bancar os custos com passagem, hospedagem, transporte e a própria cirurgia, Karina empenhou todas as suas economias, além de alguns bens de uso pessoal. O montante, porém, ainda estava longe dos quase R$ 200 mil totais. “Vendi até algumas das minhas maquiagens para juntar dinheiro. Fiz uma vakinha online mas também não tive retorno”, revelou. Corajosa, ela decidiu “botar a cara a tapa”, munindo-se de toda a força necessária para expor sua imagem pelas redes sociais. O vídeo curto, gravado em sua própria casa, viralizou rapidamente e, em poucos dias, surtiu bons resultados. “Recebi inúmeras ligações de pessoas dispostas a ajudar de todas formas. Duas delas, inclusive eram estrangeiras”, conta. Timidamente, a vakinha online vai ficando maior, assim como a esperança de Karina. A quem pode ajudar, ela apela à solidariedade. “Muita gente não ajuda pensando que não vai fazer diferença. Qualquer valor, um real, dois, cinco. Qualquer moedinha representa um passo mais próximo de uma vida normal”, finaliza.

Karina Andressa tem um tipo de elefantíase e procura ajuda para fazer o tratamento. Foto: Felipe Rosa/Tribuna do Paraná
O que é neurofibromatose?
Também conhecida como Doença de Von Recklinghausen ou “elefantíase”, a neurofibromatose é um conjunto de doenças genéticas que afetam a pele e o sistema neurológico. A condição decorre de mutações genéticas que resultam em sintomas imprevisíveis, nem sempre graves, entre os quais os mais comuns são nódulos e tumores na pele, além de manchas café com leite, formadas por pigmentos marrons. Nos casos mais graves também podem surgir tumores no sistema nervoso central, alterações ósseas e auditivas.
A doença normalmente se manifesta na infância e não conta com tratamento específico. Pacientes portadores de neurofibromatose devem contar com acompanhamento médico regular, com objetivo de controlar os tumores de crescimento rápido ou tratar lesões.
Ajude a Karina Rondini
Página do Facebook: https://www.facebook.com/superandoaneurofibromatose/
Vakinha online: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/neurofibromatose-tipo-1
Dados bancários
Nome: Karina Andressa Rondini
Conta Poupança Caixa Econômica Federal
Agência: 2553
Operação: 013
Conta: 00039420-8
CPF: 069.307.299-73
Vakinha online: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/neurofibromatose-tipo-1
Dados bancários
Nome: Karina Andressa Rondini
Conta Poupança Caixa Econômica Federal
Agência: 2553
Operação: 013
Conta: 00039420-8
CPF: 069.307.299-73
Você gostou da história da Karina? Conhece alguém ou tem alguma condição que cause discriminação? Conte para nós.
Fonte:Tribuna
domingo, 3 de fevereiro de 2019
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) acordou melhor neste domingo (3) depois de ter se sentido mal no sábado (2). A informação foi divulgada pelo vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente, que o acompanha no hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde ele se recupera de uma cirurgia para retirada da bolsa de colostomia, realizada na última segunda-feira (28).
"Hoje, meu pai acordou bem e animado! Agradeço aos médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e todos os envolvidos em sua melhora! Pela manhã só notícias boas!", escreveu Carlos em seu perfil no Twitter. ... -
No sábado, o hospital divulgou boletim médico em que apontou que Bolsonaro teve "um episódio de náuseas e vômito". Bolsonaro está utilizando uma sonda nasogástrica para a retirada de excesso de líquido do estômago. O boletim ainda apontou que o político está "sem dor, afebril e com exames laboratoriais normais". O Einstein ainda não divulgou informações a respeito do estado de saúde do presidente neste domingo. Twittercarlosbolsonaro
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No sábado, o hospital divulgou boletim médico em que apontou que Bolsonaro teve "um episódio de náuseas e vômito". Bolsonaro está utilizando uma sonda nasogástrica para a retirada de excesso de líquido do estômago. O boletim ainda apontou que o político está "sem dor, afebril e com exames laboratoriais normais". O Einstein ainda não divulgou informações a respeito do estado de saúde do presidente neste domingo. Twittercarlosbolsonaro
Hoje meu pai acordou bem e animado! Agradeço aos médicos, efermeiros fisioterapeitas e todos os envolvidos em sua melhora! Pela manhã só notícias boas! Muito obrigado a todos pelas orações e carinho! Um forte abraço a todos e até mais tarde!
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- * Enfermeiros, fisioterapeutas...
Jovem fica paraplégica após colocar um piercing no nariz
Imagens e vídeos FALSOS sobre Brumadinho se espalham nas redes sociais
Neste domingo, o presidente já passou por uma primeira avaliação médica e, por volta das 10h, estava em repouso. No sábado, Carlos disse que seu pai havia tido uma recaída durante a tarde, mas que ele estava "nas mãos de profissionais excepcionais" e que a situação tinha se normalizado.
Essa foi a primeira piora de Bolsonaro desde a cirurgia. Nos dias anteriores, o presidente apresentava melhoras gradativas e sucessivas e chegou a ser advertido pelos médicos por ter realizado videoconferências. A recomendação é que se poupe e evite falar enquanto se recupera.
Enquanto se recuperava da recaída, Bolsonaro acompanhou pela televisão a partida em que o Palmeiras, seu time, perdeu por um a zero para o Corinthians. O jogo aconteceu ao mesmo tempo em que o Senado estava reunido para, em uma sessão tumultuada, eleger Davi Alcolumbre (DEM-AP) como novo presidente da Casa. Davi é aliado a Onyx Lorenzoni (DEM), ministro-chefe da Casa Civil.
A previsão é que Bolsonaro deixe o hospital entre quarta (6) e quinta (7). (Com Agência Brasil)
Essa foi a primeira piora de Bolsonaro desde a cirurgia. Nos dias anteriores, o presidente apresentava melhoras gradativas e sucessivas e chegou a ser advertido pelos médicos por ter realizado videoconferências. A recomendação é que se poupe e evite falar enquanto se recupera.
Enquanto se recuperava da recaída, Bolsonaro acompanhou pela televisão a partida em que o Palmeiras, seu time, perdeu por um a zero para o Corinthians. O jogo aconteceu ao mesmo tempo em que o Senado estava reunido para, em uma sessão tumultuada, eleger Davi Alcolumbre (DEM-AP) como novo presidente da Casa. Davi é aliado a Onyx Lorenzoni (DEM), ministro-chefe da Casa Civil.
A previsão é que Bolsonaro deixe o hospital entre quarta (6) e quinta (7). (Com Agência Brasil)
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
A Layane Dias fica paralégica após colocar um piercing e mostra sua recuperação nas redes sociais
Atualmente o desejo de colocar-se brincos, piercings e fazer tatuagem é comum entre jovens e adolescentes, apenas por seguir a tendência da moda (modinha) ou para aumentar a auto estima e o ego.Muitas vezes procuram pessoas não preparadas sem profissionalismo, podendo futuramente trazer arrependimentos ou até mesmo risco a saúde e a vida.
Uma jovem infelizmente não teve sorte e ficou paraplégica, e registrou tudo em imagens, que sirva de alerta aos risco que a vaidade pode lhe trazer confira a trágica história de Layane Dias.
O caso de Layane Dias, de 21 anos, viralizou nas redes sociais nos últimos dias. A jovem do Distrito Federal ficou paraplégica depois de colocar um piercing no nariz em julho do ano passado, contrair uma infecção e ser operada às pressas. As informações são do site Bhaz.
Layane contou que sofreu muito com a lesão. Após colocar o piercing no nariz, ele inflamou, mas ela passou a sentir dores fortes nas costas e não conseguia movimentar as pernas. Após diversos exames, uma infecção que comprimia a sua medula óssea foi encontrada. “Os médicos não conseguiam identificar o que eu tinha, mas sentia tanta dor que queria morrer”, afirmou.
O pus identificado pelo médico era provocado por uma bactéria geralmente encontrada na pele ou nas cavidades nasais de pessoas saudáveis. “Os médicos precisaram contar que eu poderia nunca mais andar”, disse a jovem que tem esperança de voltar a andar no futuro.
Sobre o piercing que lhe causou todos esses problemas, ela diz que não viu nada de errado no momento da perfuração. “Furei em estúdio, com um rapaz profissional, estava de luvas e tudo”, afirmou ao site Bhaz. Nas redes sociais, Layane agora mostra detalhes de sua recuperação e de como está se readaptando à vida sobre uma cadeira de rodas.
Após a aplicação tudo parecia normal como o previsto, mais ou menos em um mês apareceu uma bolinha vermelha muito semelhante a uma espinha, ela começou a tratar com pomada até que um dia desapareceu.
No entanto não era uma simples bolinha vermelha, e isso a levou ao hospital onde passou por uma bateria de exames, e tratamento com diversos remédios.
Assim que finalizou os exames a jovem descobriu então a causa de suas dores.
Uma cirurgia foi necessária, e infelizmente acabou paraplégica confira o relato da jovem em breves imagens.
Uma história de luta e superação, fiquem atentos e nunca se esqueça todo cuidado é pouco. Se for o seu desejo colocar um piercing, procure sempre se informar muito bem sobre o profissional, sempre procurando por alguém capacitado e que use materiais muito bem esterelizados, para que não aconteça o mesmo com você.
Instagram da jovem: Layaane Dias
Via:Istoé
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