quinta-feira, 14 de junho de 2018

Testemunha disse que esteve com menina que desapareceu ao sair para andar de patins, conta delegado


A polícia continua a investigação para descobrir onde está a adolescente 
Vitória Gabrielly, de 12 anos, que desapareceu em Araçariguama (SP) 
após sair para andar de patins na sexta-feira (8).
Segundo a polícia, buscas estão sendo feitas também em Mairinque (SP), 
depois que uma testemunha indicou a cidade como possível paradeiro da menina.
De acordo com informações divulgadas pelo delegado seccional Marcelo 
Carriel nesta quinta-feira (14), um servente de pedreiro, que diz ser usuário 
de drogas, revelou que esteve com a garota junto com um casal em um 
carro.
O delegado não deu detalhes sobre a investigação, sem explicar como a 
menina foi parar dentro do veículo, mas diz que a menina pode ter sido 
levada por engano.

O homem, que não teve a identidade divulgada, afirmou à polícia que foi 
deixado em uma rua na volta para Mairinque, cidade onde mora, e que a 
menina seguiu com o casal no carro.
"É uma das versões. É a versão principal, que não se 
            sustenta muito também", afirma Carriel.

"O casal nega conhecê-lo, a esposa dele nega conhecer o casal. Ele 
não se coloca na autoria, diz que foi pego de surpresa quando tem 
conhecimento de que aquilo iria acontecer. Na volta para casa, o carro 
com o casal desaparece.  É uma versão contraditória nesse sentido",
 completa o delegado. Os três ficaram durante todo o dia 
prestando esclarecimentos à polícia.   Carriel afirma que são investigadas 
várias hipóteses "desde desaparecimento até algo mais grave como 
homicídio. Nem para um lado e nem para o outro há indícios. 
"O trio pode participar de uma acareação diante da delegada 
titular de Araçariguama, Bruna Racca, por ter 
apresentado versões contraditórias.
Polícia fez buscas em áreas de mata em cidades na região de Araçariguama (Foto: Reprodução/TV GLOBO)Polícia fez buscas em áreas de mata em cidades na região de Araçariguama (Foto: Reprodução/TV GLOBO)
Polícia fez buscas em áreas de mata em cidades na região de Araçariguama (Foto: Reprodução/TV GLOBO)

Investigação

As buscas em matas e água foram temporariamente suspensas pela 
polícia, segundo o delegado. Equipes das polícias Civil, Militar e Corpo 
de Bombeiros fizeram diligências em Araçariguama, Mairinque e São 
Roque. Segundo a polícia, mais de 50 depoimentos foram colhidos.
A partir desta sexta-feira (15), a investigação será acompanhada de perto 
por policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Sorocaba, do departamento de homicídios e desaparecidos.
O caso também recebe apoio do Departamento Estadual de Homicídios
e de Proteção à Pessoa (DHPP) da capital e de equipes do Comando de
Operações Especiais (COE).

Buscas por Vitória Gabrielly

Moradores de Araçariguama, amigos e parentes de Vitória Gabrielly 
estão mobilizados para encontrar a menina, que desapareceu na 
sexta-feira. Conforme a investigação, equipes estão procurando pela 
vítima em Araçariguama e Mairinque, entre outros pontos na região.
A Prefeitura de Araçariguama também adesivou cerca de 30 carros de secretarias com fotos dela como forma de ajudar nas buscas. Imagens 
de câmeras de segurança registraram a garota andando de patins antes de desaparecer. (Veja o vídeo abaixo)
Rosana Magalhães, mãe da garota, disse ao G1 que também recebeu mensagens de apoio de pessoas desconhecidas e que moram em 
outras cidades. “Estou comovida com a solidariedade de todos. Tenho 
fé de que ela está bem e vai aparecer. É uma menina muito alegre, 
boa filha e se dá bem com todo mundo”, afirma.
Rosana Magalhães, mãe da garota, disse ao G1 que também recebeu mensagens de apoio de pessoas desconhecidas e que moram em outras cidades. “Estou comovida com a solidariedade 
Nesta quarta-feira (13), a Polícia Civil conseguiu na Justiça a 
quebra de sigilo telefônico de pessoas ligadas à Vitória Gabrielly. 
Policiais tentam 
localizar uma adolescente que seria amiga de Vitória e havia 
conversado com ela por telefone no dia do sumiço.
Dois carros também foram apreendidos pela polícia. Testemunhas 
disseram que um carro de cor escura estava perto do ginásio, onde 
ela foi vista pela última vez.
Via: G1
quinta-feira, 31 de maio de 2018

Vítima passava por um ponto de manifestação, quando foi atingida na cabeça por pedrada. PM está no local acompanhando a situação. 


Um caminhoneiro de 70 anos foi morto com uma pedrada na cabeça perto de um ponto de manifestação dos caminhoneiros grevistas na BR-364, na tarde desta quarta-feira (30), em Vilhena (RO). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), José 
Batistela chegou a ser socorrido após o ataque, mas não resistiu aos ferimentos. 
Ainda não se sabe quem arremessou a pedra contra o veículo de José

De acordo com informações obtidas pela Rede Amazônica, a rodovia federal 
está sem bloqueios, porém a população de Vilhena estaria sendo convocada para protestar e os caminhoneiros que passam dirigindo pelo local estariam sendo atacados com pedradas.


Pedra atravessou parabrisa do veículo e atingiu cabeça da vítima (Foto: Renato Barros/Rede Amazônica)
Pedra atravessou parabrisa do veículo e atingiu cabeça da vítima (Foto: Renato Barros/Rede Amazônica)
O veículo de José estaria passando pela rodovia, quando uma pessoa em
um carro de passeio arremessou a pedra contra o parabrisa, que atravessou
o vidro e atingiu a cabeça da vítima. O Corpo de Bombeiros chegou a ir no
local, mas a vítima não resistiu aos ferimentos.
A área está isolada e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar
 (PM) estão acompanhando a situação. A perícia técnica da Civil também
 está no local.
Foto mostra buraco em vidro atingido por pedra (Foto: PRF/Divulgação)Foto mostra buraco em vidro atingido por pedra (Foto: PRF/Divulgação)
Foto mostra buraco em vidro atingido por pedra (Foto: PRF/Divulgação)
Segundo a PRF, o condutor estava no sentido para Comodoro (MT). 
Em Vilhena há dois pontos de manifestação e Comodoro não registra 
nenhum. A placa do veículo da vítima é de Jaru (RO). A Polícia Civil vai 
investigar as causas da morte e do ataque.

Após o ataque, a Secretaria de Segurança Pública de Rondônia informou 
que está acompanhando o caso de perto e que vai dar todo apoio à Civil na investigação.

PM e PRF estão acompanhando situação no local (Foto: José Manoel/Rede Amazônica)PM e PRF estão acompanhando situação no local (Foto: José Manoel/Rede Amazônica)
PM e PRF estão acompanhando situação no local (Foto: José Manoel/Rede Amazônica)

Protestos

A greve dos caminhoneiros entrou no 9° dia nesta quarta-feira (30) em 
Rondônia. A PRF diz que não existe bloqueios nas rodovias federais do
 estado, porém os caminhoneiros estão protestando em pontos específicos próximos de BRs.
Várias pessoas se aglomeraram no local (Foto: José Manoel/Rede Amazônica)Várias pessoas se aglomeraram no local (Foto: José Manoel/Rede Amazônica)
Várias pessoas se aglomeraram no local (Foto: José Manoel/Rede Amazônica)

Morte semelhante

Em 2015, um caminhoneiro de 44 anos também morreu depois de 
ser atingido por um objeto em Cristal, na Região Sul do Rio Grande 
do Sul. Depois de ser agredido por manifestantes, a vítima acionou a 
PRF, que o aconselhou a ir em seu próprio veículo ao hospital, seguido 
pela viatura.
Cerca de 7 quilômetros depois de sair, o caminhão foi atingido por uma 
pedra que atravessou o para-brisa e acertou o pescoço do motorista. O caminhoneiro não resistiu e morreu no local, no km 420.
       FONTEG1






















PM e PRF estão acompanhando situação no local (Foto: José Manoel/Rede Amazônica)PM e PRF estão acompanhando situação no local (Foto: José Manoel/Rede Amazônica)
PM e PRF estão acompanhando situação no local (Foto: José Manoel/Rede Amazônica)

Protestos

A greve dos caminhoneiros entrou no 9° dia nesta quarta-feira (30) em Rondônia. A PRF diz que não existe bloqueios nas rodovias federais do estado, porém os caminhoneiros estão protestando em pontos específicos próximos de BRs.
FONTEG1

Protestos

A greve dos caminhoneiros entrou no 9° dia nesta quarta-feira (30) em Rondônia. A PRF diz que não existe bloqueios nas rodovias federais do estado, porém os caminhoneiros estão protestando em pontos específicos próximos de BRs.
Várias pessoas se aglomeraram no local (Foto: José Manoel/Rede Amazônica)Várias pessoas se aglomeraram no local (Foto: José Manoel/Rede Amazônica)
Várias pessoas se aglomeraram no local (Foto: José Manoel/Rede Amazônica)

Morte semelhante

Em 2015, um caminhoneiro de 44 anos também morreu depois de ser atingido por um objeto em Cristal, na Região Sul do Rio Grande do Sul. Depois de ser agredido por manifestantes, a vítima acionou a PRF, que o aconselhou a ir em seu próprio veículo ao hospital, seguido pela viatura.
Cerca de 7 quilômetros depois de sair, o caminhão foi atingido por uma pedra que atravessou o para-brisa e acertou o pescoço do motorista. O caminhoneiro não resistiu e morreu no local, no km 420.

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